Arquivos por mês: setembro 2003

"Se a poesia não serve para apressar o meu sangue, para abrir de repente as janelas sobre o misterioso, para ajudar-me a descobrir o mundo, para acompanhar esse desolado coração na solidão e no amor, na festa e no desamor, para que me serve a poesia?"     - Eduardo Carranza

Agora que os ladros caem, agora que os galos galam, agora que alvando a toca as altas soam campanas; E os zurros burram e que os gorjeios pássaram, e os assovios serenam e que os grunhidos porqueiam, e que a aurorada rosa os exetensos douros campa, perolando líquidas calhas tal qual eu lágrimo derramas, e friando de tirito embora a abraza [...]

Família blogueira

Em 1997, quando eu comecei a fazer sites pessoais pra mim, maravilhado com a possibilidade que o Instituto de Computação da Unicamp dava a seus alunos de colocarem páginas em seu espaço no servidor, fazer sites era bem mais complicado do que hoje. Minha primeira página, tosquinha, foi feita com o Frontpage que tinha no [...]

Pé de atleta

Uma das minhas maiores alegrias quando eu consegui o emprego na Recesso (além de sair das estatísticas do desemprego e poder passar o crachá para pagar o meu almoço) foi a possibilidade de fazer academia dentro do prédio da editora. Ao contrário do que muitos pensam quando ouvem isso, não, a academia não é um [...]