
Mais tarde, ontem, enquanto visitava uma outra revista, pude acompanhar ao longe a diretora de redaço conversar animadamente sobre a separação da Luma de Oliveira, por uns quinze minutos. Duas conclusões: um, não importa o posto, todo mundo tem um fraco por fofocar a vida alheia. Dois, não importa ter salinha própria se sua privacidade é virtualmente zero.
Mais tarde, ontem, enquanto visitava uma outra revista, pude acompanhar ao longe a diretora de redaço conversar animadamente sobre a separação da Luma de Oliveira, por uns quinze minutos. Duas conclusões: um, não importa o posto, todo mundo tem um fraco por fofocar a vida alheia. Dois, não importa ter salinha própria se sua privacidade é virtualmente zero.
No começo do ano as aulas de natação estavam tão lotadas que eu tinha que correr pra chegar mais cedo, e não parar na raia pequenininha. Agora, já faz duas semanas que eu tenho aula particular no mesmo horário de sempre. Acabou a validade das resoluções de ano novo.
Como não pode vender coisas no trem, os vendedores vivem na clandestinidade, usando o tempo entre uma estação e outra pra tentar empurrar suas mercadorias. Ontem, pela segunda vez, calhou de dois estarem no mesmo vagão; propagandearam seus produtos ao mesmo tampo, um vendendo um caderninho de vinte páginas que ensinava tudo desde soma até equações, outro vendendo balinhas, uma por R$0,50, duas por um real. Ambos aceitavam passe e vale. Se eles continuarem a andar em bandos, ignorá-los vai ficar ainda mais dif&ieacute;cil…
Lendo Design do Livro, livro bastante interessante publicado pela editora de um ex-professor meu da faculdade, descobri que esse tipo de parágrafo que eu adotei aqui no Chão na última reformulação visual se chama parágrafo francês. Agora você também sabe. Coisas que só um editorando pode fazer por você.