Arquivos por mês: julho 2005
Entre as coisas que me incomodam nessa novela América, está o número de esposas que chamam o marido pelo sobrenome. Uma que ama o jatobá, outra que não larga o Feitosa, e a outra que deve largar o Neto. Vão todos envelhecer e chamar a esposa de mãe.
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Nessas coisas que só acontecem em Londres, estou eu numa avenida, passando pelo cruzamento, olho pra outra avenida, e, parado lá esperando o sinal ficar verde, está Gael Garcia Bernal. De capacete e óculos escuros, numa bicicleta, assim, do meu tamanho, carne e osso. Gente como a gente, como diria o Denis.
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Birthday
Fazer aniversário longe da patota toda é sempre difícil. Eu já vinha pensando no que faria no meu aniversário aqui esse ano, para que não virasse o aniversário mais deprimente da minha vida – já tive um candidato a esse título alguns anos atrás, e não queria que ele ganhasse concorrente.
[...]
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“Haydée, você é louca mas eu te amo!”, “O Geninho, ele não presta mas ele é meu filho!”…
Faz tempo que eu não rio tanto com uma novela quanto estou rindo agora com América.
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Shoot the Brazilian
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