Quand vous mourrez de nos amours
J’irai planter dans le jardin
Fleur à fleurir de beau matin
Moitié métal, moitié papier
Pour me blesser un peu le pied
Mourez de mort très douce
Qu’une fleur pousse
Quand vous mourrez de nos amours
J’en ferai sur l’air de ce temps
Chanson chanteuse pour sept ans
Vous l’entendrez, vous l’apprendrez
Et vos lèvres m’en seront gré
Mourez de mort très lasse
Que je la fasse
Quand vous mourrez de nos amours
J’en ferai deux livres si beaux
Qu’ils vous serviront de tombeau
Et m’y coucherai à mon tour
Car je mourrai le míme jour
Mourez de mort très tendre
à les attendre
Quand vous mourrez de nos amours
J’irai me pendre avec la clef
Au crochet des bonheurs bâclés
Et les chemins par nous conquis
Nul ne saura jamais par qui
Mourez de mort exquise
Que je le dise
Quand vous mourrez de nos amours
Si trop peu vous reste de moi
Ne me demandez pas pourquoi
Dans les mensonges qui suivraient
Nous ne serions ni beaux ni vrais
Mourez de mort très vive
Que je vous suive
(Gilles Vigneault)
"People aren’t either wicked or noble," the hook-handed man said. "They’re like chef’s salads, with good things and bad things chopped and mixed together in a vinaigrette of confusion and conflict."
- Lemony Snicket, The Grim Grotto
Sinceramente, me entristece viver num mundo em que isso acontece.
Pois bem, hoje, nas minhas jornadas ciclísticas até a despedida da Tutu, dei de cara com esse endereço que eu vinha querendo visitar faz tanto tempo, Abbey Road. Fiquei tão empolgado que tirei uma foto minha com Angelina Helena na frente da placa.
Sigo no caminho, ando mais dois quarteirões… e dou de cara com um grupo de uns seis caras, todos brancos, batendo de paulada em outros dois, um branco e outro mulato (ou quase pretos, de tão pobres?), chutando eles, grotesco. Um deles, apanhando bem no sinal vermelho em que eu tive que parar, a meio metro de distância. Dava pra ver o sangue do cara sendo agredido. O cara pedindo desculpa, e o outro chutando sem dó. Violência só é bonita em filme mesmo. Com medo de fazer algo a respeito e apanhar também, atravessei o cruzamento, e, na outra esquina, liguei pra emergência, pra chamar a polícia. O tio da polícia não foi muito solícito, e acabou desligando na minha cara. Fiquei abalado.
Lendo essa matéria da Salon sobre o fundo do poço em que a Whitney Houston se encontra, me deparei com essa declaração de Janice Min, editora da Us Weekly, que explica tanto sobre o mundo do fofocol mundial:
"It’s a little tawdry for an Us audience, where celebrities have a nice shiny veneer on them. This is a little hardcore," said Min. "You turn to celebrities for escape and voyeurism. When their problems are worse than yours, then you don’t want to read about them."