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Posts arquivados como ‘notas’

Piadas internas

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31 8 2008 13 16 33

 

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As respostas para tudo que foram hit nessas minhas últimas semanas de NI:

  • Gelo no café? CÊ TÁ LÔCO? (citação do comercial de Sensodyne com a Carolina Dieckmann).
  • QUIÉ ISSO??? (citação do comercial de Vanish em que a moça derruba vinho no carpete).
  • Tá olhando o que? Vai trabalhar! (citação do comercial de batatinha Sensação).
  • * A lôca [gira a cabeça]. (imitação da Gabi, que, além de nos chamar a atenção para todos esses comerciais multiuso, sempre que quer frisar que faz algo incomum completa com “A lôca” e gira a cabeça.

Semanas felizes com pessoas que se encontraram. Vão deixar saudade.

Datada, eu?

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20 8 2008 10 52 33

 

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Liguei a TV e surgiu no Multishow um daqueles clipes que serão emblemáticos dessa década: “Star all over”, com Miley Cyrus (ela faz a Hannah Montana, para aqueles que não sabem. Não sabe quem é a Hannah Montana? Trate de acompanhar o Disney Channel!). Em 20 anos, os adolescentes vão ver esse vídeo de uma menina louca, de calça vermelha e colete de tachinha, com os suspensórios inúteis caindo da cintura, tirando fotos de qualquer coisa na rua, dançando a Macarena com astronautas, cercada de dançarinos que surgem do nada e tentam ser cool, e vão se perguntar como é que ninguém se dava conta do ridículo. Eu sei exatamente como é. Há 20 anos eu achava Bervely Hills 90210 a coisa mais bacana do mundo.

p.s.: O mais impressionante é que os anos podem passar, mas o plot(?) de vídeos teen continua basicamente sempre o mesmo.

Não aceite imitações

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19 8 2008 0 50 44

 

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Nas minhas navegações por aí, me deparei com essa página que explica como reconhecer roupas Armani falsas. Nada surpreendente nem simples para não-iniciados: sinta se o tecido é bom, veja se as costuras são boas, conheça as cores das etiquetas Armani e, se o corte for muito radical, desconfie porque Armani é clássico.

Pois bem, servindo como utilidade pública para se constranger pessoas metidas a besta, aqui vai uma dica passada para mim por Cacau Tyla, minha ex-chefinha, incapaz de comprar falsificações, sobre como se reconhecer bolsas Louis Vuitton falsificadas: os padrões de bolas LV verdadeiras são sempre absolutamente simétricos, o que causa um desperdício de couro absurdo e, consequentemente, torna o produto mais caro. Portanto, se alguma exibida estiver ostentando uma bolsa cuja estampa é meio torta, ou está descentralizada, ou com um logo inteiro numa extremidade e pela metade no lado oposto… pergunte em que lojinha da 25 de março a embestada comprou.

Dr. Horrible é o meu herói!

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7 8 2008 2 20 14

 

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Um cientista maluco com planos para dominar o mundo. Um super-herói boa-pinta que sempre aparece para estragar os planos do vilão. Uma mocinha inocente apaixonada pelo herói e cobiçada por seu aqui-inimigo.

Clássica história de super-herói.

Agora, conte a história do ponto de vista do vilão e, só para deixar tudo mais divertido, faça disso tudo um musical. Aí você terá Dr. Horrible’s Sing-along-blog! Criado por Joss Whedon (criador de Buffy, The Vampire Slayer) para se ocupar durante a greve dos roteiristas, é um exemplo de como se pode usar os clichês de um gênero para se criar algo novo e interessante - e engraçado e, mais chocante ainda, inteligente. Veja tudo. O final tem surpresas guardadas. E use o closed caption (é só passar o mouse por cima da tela e apertar "cc"), que facilita muito na hora de acompanhar as músicas.

Aumentando a cauda dos livros

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7 8 2008 2 13 48

 

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Li recentemente o Long Tail, do Chris Anderson. Fiquei muito empolgado com o conceito e realmente acho que ele não pode ser mais ignorado - o que, infelizmente, ainda acontece muito, principalmente aqui no Brasil. Seguindo o conceito de que a cauda longa fica mais grossa quando se elimina fatores limitantes como o transporte e o espaço físico, realmente faz todo sentido que a Amazon invista num e-reader como o Kindle. Há quem ache que, como o público leitor é reduzido - a maioria das pessoas não lê sequer um livro por ano, e os maiores devoradores de livros são mulheres com mais de 50 anos - ele já conquistou todo o público que poderia conquistar. Eu, particularmente, apostaria que ainda vai crescer muito, assim que o preço cair. Um e-reader decente e cool poderia conquistar todo aquele mercado de jovens que têm que comprar livros inteiros para ler só um capítulo para a faculdade - e fazem os lucros dos xerox de CAs de todo o Brasil.

Eu com certeza adoraria ter um para baixar livros imediatamente, ao invés de esperar semanas para que um chegue das estranjas até minha casa. Supondo-se, obviamente, que eles liberariam a venda online overseas, o que, muito para minha irritação, não acontece para a música. O iTunes não tem ainda loja brasileira. E a Amazon só permite vendas nos EUA.

Eu quis comprar online o disco de covers do October Project no site da Amazon, e não pude porque estava no Brasil. Levado ao crime pelas grandes corporações, cheguei até a procurá-lo nos torrents da vida, mas não encontrei. Tive que pedir para um amigo meu que mora nos EUA comprar lá e me mandar por e-mail. Tanto esforço para algo que devia ser tão simples. A gente quer dar nosso dinheiro para eles e eles não deixam.

Refrigerantes também seguem tendências

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7 8 2008 1 36 12

 

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Depois que a H2OH fez tanto sucesso e conquistou shares e mais shares do mercado de refrigerante, a Ambev lançou o Guarah. Eu juro que tentei gostar, mas não consegui. Acho que o comentário mais acertado com relação à novidade veio do Tales de Menezes, da VIP: “A ciência evoluiu a tal ponto que conseguiram inventar um refrigerante que eu não consigo beber. Esse Guarah parece guaraná misturado com água!”.

Sem falar que aquele comercial com os olhinhos de guaraná é uma das coisas mais creepy que eu já vi.

Hoje, choque dos choques: a Coca-Cola revelou um pouquinhozinho da sua fórmula. A razão? Com a tendência de coisas saudáveis e naturais, os marqueteiros acharam por bem dizer que a Coca não contém sabores ou preservantes artificiais. Num mercado em que o povo cada mais bebe chá e outras coisas “naturais”, querem convencer que a Coca - com sua clássica e vaguíssima lista de ingredientes composta de água gaseificada, açúcar, cafeína, ácido fosfórico, colorante caramelo e “sabores naturais” - também são naturebas. Acho que o que eles não consideram é que o que atrai à maioria das pessoas que gostam de Coca é que ela é do Wyrm mesmo e pronto.

A Comic Sans salva o mundo - só na ficção

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25 7 2008 16 35 27

 

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Todo designer que se preza tem OJERIZA pela fonte Comic Sans. Como ela vem no pacote do Office, qualquer mané que quer deixar seu texto/trabalho/banner/whatever mais engraçadinho vai lá e tasca a Comic Sans no texto. Para profissionais que se dedicam a escolher a melhor tipografia para cada trabalho, que sabem que “tanto faz” a fonte, só se for o nariz deles, e reparam como tem fontes que aparecem por toda parte sem o menor propósito para tal, que se utilize tanto a Comic Sans é razão para, como diria a Rachel, vomitar de esguicho.

O que não é razão para não propagar esse vídeo abaixo. O roteiro é SENSACIONAL, humor fino que pode ser entendido mesmo por não-designers - basta você ter usado computador por mais de um ano para reconhecer as fontes de que se fala. Não é um inglês muito simples e não tem legenda, mas mesmo assim, assista!

Depois, para compreender melhor como funcionam os designers, visite Ban Comic Sans.

Carregue o celular sem carregar um carro

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25 7 2008 15 52 21

 

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Recarregador de celular para bike Fora de série. Esse povo da ThinkGeek inventou este simpático recarregador de celular movido a vento. Perfeito para quem anda de bike muito, como eu, recarregar seu celula enquanto desce a ladeira. É algo que quase me faria levar meu celular comigo para onde quer que eu fosse. Quase.

Inocência é que nem virgindade

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17 7 2008 0 15 21

 

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Sim, existem pessoas que se preocupam em proteger seus computadores de todo o conteúdo safado que existe assim de graça ao alcance de todos na internet. E, para essas pessoas, existem filtros antipornografia. Como se divulga um produto como esse? Nunca tinha pensado a respeito, mas uma companhia alemã fez essa campanha abaixo, que eu achei genial (juro que procurei o link dessa empresa, mas não encontrei). O único problema é o slogan - inocência é algo que a internet perdeu faz tempo, e não tem como voltar.

Mamma Mia, here we go again

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15 7 2008 0 21 59

 

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Há pouco mais de três anos e meio, o primeiro cartaz que eu vi em solo britânico, na fila do visto do aeroporto de Heathrow, foi do musical Mamma Mia!.

Há mais ou menos três, a Déia foi passar uma semana lá em Londres e ficou hospedada na minha casa. Como ela não podia ir embora sem ver um musical, eu disse a ela que escolhesse qual queria ver, e, entre as opções que havia, ela escolheu assistir ao do Abba. Comprei nossos ingressos na half-price stand e lá fomos nós.

Sim, Mamma Mia! é praticamente uma desculpa pra você ouvir as músicas do Abba; os arranjos parecem tirados de um karaokê; apesar de não ser um prodígio de narrativa, a história consegue usar bastante bem as canções (de maneira bem melhor do que o We Will Rock You, por exemplo); e mais importante que a capacidade de atuação dos atores são seus tanquinhos.

Não importa. Quando a peça acabou, eu, a Déia e todos os presentes estavam felizes.

E é por isso que eu mal posso esperar para ver Mamma Mia!, o filme. Sim, é o mesmo fiapo de história; sim, a crítica já reclamou que as cenas não passam de transições entre uma canção e a próxima; sim, há de ser uma overdose de Abba. Não importa; dia 15 de agosto, eu hei de sair do cinema feliz!