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Posts arquivados como ‘notas’

A Comic Sans salva o mundo - só na ficção

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25 7 2008 16 35 27

 

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Todo designer que se preza tem OJERIZA pela fonte Comic Sans. Como ela vem no pacote do Office, qualquer mané que quer deixar seu texto/trabalho/banner/whatever mais engraçadinho vai lá e tasca a Comic Sans no texto. Para profissionais que se dedicam a escolher a melhor tipografia para cada trabalho, que sabem que “tanto faz” a fonte, só se for o nariz deles, e reparam como tem fontes que aparecem por toda parte sem o menor propósito para tal, que se utilize tanto a Comic Sans é razão para, como diria a Rachel, vomitar de esguicho.

O que não é razão para não propagar esse vídeo abaixo. O roteiro é SENSACIONAL, humor fino que pode ser entendido mesmo por não-designers - basta você ter usado computador por mais de um ano para reconhecer as fontes de que se fala. Não é um inglês muito simples e não tem legenda, mas mesmo assim, assista!

Depois, para compreender melhor como funcionam os designers, visite Ban Comic Sans.

Carregue o celular sem carregar um carro

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25 7 2008 15 52 21

 

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Recarregador de celular para bike Fora de série. Esse povo da ThinkGeek inventou este simpático recarregador de celular movido a vento. Perfeito para quem anda de bike muito, como eu, recarregar seu celula enquanto desce a ladeira. É algo que quase me faria levar meu celular comigo para onde quer que eu fosse. Quase.

Inocência é que nem virgindade

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17 7 2008 0 15 21

 

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Sim, existem pessoas que se preocupam em proteger seus computadores de todo o conteúdo safado que existe assim de graça ao alcance de todos na internet. E, para essas pessoas, existem filtros antipornografia. Como se divulga um produto como esse? Nunca tinha pensado a respeito, mas uma companhia alemã fez essa campanha abaixo, que eu achei genial (juro que procurei o link dessa empresa, mas não encontrei). O único problema é o slogan - inocência é algo que a internet perdeu faz tempo, e não tem como voltar.

Mamma Mia, here we go again

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15 7 2008 0 21 59

 

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Há pouco mais de três anos e meio, o primeiro cartaz que eu vi em solo britânico, na fila do visto do aeroporto de Heathrow, foi do musical Mamma Mia!.

Há mais ou menos três, a Déia foi passar uma semana lá em Londres e ficou hospedada na minha casa. Como ela não podia ir embora sem ver um musical, eu disse a ela que escolhesse qual queria ver, e, entre as opções que havia, ela escolheu assistir ao do Abba. Comprei nossos ingressos na half-price stand e lá fomos nós.

Sim, Mamma Mia! é praticamente uma desculpa pra você ouvir as músicas do Abba; os arranjos parecem tirados de um karaokê; apesar de não ser um prodígio de narrativa, a história consegue usar bastante bem as canções (de maneira bem melhor do que o We Will Rock You, por exemplo); e mais importante que a capacidade de atuação dos atores são seus tanquinhos.

Não importa. Quando a peça acabou, eu, a Déia e todos os presentes estavam felizes.

E é por isso que eu mal posso esperar para ver Mamma Mia!, o filme. Sim, é o mesmo fiapo de história; sim, a crítica já reclamou que as cenas não passam de transições entre uma canção e a próxima; sim, há de ser uma overdose de Abba. Não importa; dia 15 de agosto, eu hei de sair do cinema feliz!

Jornalismo não recompensa

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4 7 2008 1 51 38

 

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Uma das características mais peculiares das mídias online é que, quanto mais sucesso se tem, mais prejuízo ela dá - os custos de banda aumentam e aumentam, mas muitas vezes a publicidade não acompanha. Na Abril, há pouco mais de dois meses baixaram uma determinação de que cada redação pagaria a banda que consumisse, e assim de repente sites que davam um dinheirinho passaram a ficar no vermelho. Os vídeos foram todos migrados para o Youtube (que é banda alheia de graça, afinal), e todos os JPGs passaram a ser de baixa qualidade.

O Gawker criou um conceito que ainda não chegou por aqui, mas não duvido que vai desembarcar mais cedo ou mais tarde: paga-se o jornalista pelo número de acessos que seus artigos têm. É um conceito cruel por si só, mas, num meio em que cada vez mas se exige o máximo pelo mínimo, e, se não estiver contente, tem outros três que topam fazer o que você não quer, não surpreende que o site funciona. Afinal, é uma forma de meritocracia, certo?

É mas não é. Pelo terceiro trimestre seguido, o Gawker reduziu o valor por clique pago a seus jornalistas. Inicialmente se pagava US$ 7,50 por 1000 pageviews. No trimestre seguinte, o pagório caiu para US$ 6,50. Agora baixou para US$ 5,00. E era pra ser US$ 4,15, comunicou o diretor Nick Denton, mas ele foi joinha e conseguiu deixar a taxa por cincão. A razão? O site faz tanto sucesso que o custo com banda foi para as alturas, e, para a conta fechar, o dinheiro tem que sair de algum lugar. Então, se você quer continuar ganhando o que ganhava no começo do ano, dê um jeito de escrever matérias que atraiam ainda mais pageviews… consumindo mais banda. O que pode vir a baixar ainda mais seu salário.

E tem gente que acha que vida de jornalista é só glamour.

Seriados: espremidos até a última gota

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4 7 2008 1 23 27

 

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Dá alegria e tristeza ao mesmo tempo, devo dizer. Lendo “Who Needs Friends?”, fiquei com enjôo só com a possibilidade de fazerem um filme de Friends. Daí fiquei feliz porque vão fazer um filme dos Thundercats. Logo em seguida meu alterego de sete anos voltou para seu devido lugar e me dei conta que dificilmente vai sair algo que preste disso - vide Speed Racer. Em geral, acho que deviam deixar os seriados em paz - ainda mais um que já deu tudo que tinha que dar, como Friends. No final da matéria, a Anna Pickard diz tudo:

Talvez a melhor idéia de todas, para o bem daqueles que não têm 120 horas à disposição e uma paciência sem fim, seria fazer Lost: O Filme Breve e Claro. Porque, francamente, se dessem um desfecho e acabassem logo com ele, economizaria uma porção de tempo para os teóricos de conspiração do mundo todo.

Tomate

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28 6 2008 8 17 32

 

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The tomato is technically a berry and thus a fruit, despite an 1893 U.S. Supreme Court decision that declared it is a vegetable. (John Nix, an iimporter of West Indies tomatoes, had brought suit to lift a 10 percent tariff, mandated by Congress, on imported vegetables. Nix argued that the tomato is a fruit. The Court held that since a tomato was consumed as a vegetable rather than as a dessert like fruit, it was a vegetable.) “Best Bite of Summer,” by Denise Grady, July 1997.

It’s a Google World after all…

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25 6 2008 10 59 53

 

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Continuando com as coisas que fariam o Anand feliz: como seria o mundo se o Google comprasse tudo.

Happiness is a warm joystick

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25 6 2008 10 50 31

 

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Depois disso, o sertão vai virar mar, o dia vai virar noite e Plutão vai virar planeta. Consta que os representantes dos espólios dos Beatles (ou seja, os advogados de Paul McCartney, Ringo Starr, Olivia Harrison e Yoko Ono Lennon) estariam negociando com a Activision (produtora do Guitar Hero) e com a MTV Games (produtora do Rock Band) para licenciar o catálogo da banda para um vídeo game. Pode parecer estranho, já que os Beatles são conhecidos por não liberarem suas músicas para coletâneas nem colocaram seu acervo no iTunes, mas nem tanto quando se considera que eles deixam qualquer um fazer um cover de suas músicas. Talvez a maior dificuldade seja os quatro mesmo chegarem num acordo. Quando isso acontecer, o mundo provavelmente estará queimando em labaredas infernais, mas o Anand estará jogando feliz com um sorriso no rosto.

Primeiros resultados

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23 6 2008 13 04 16

 

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Agora com o site overhaul (sobre o qual hei de escrever com mais detalhes depois), estou cheio de ferramentas de SEO para trazer honestamente visitantes para esse site. Coloquei o Google Analytics aqui para saber de onde vêm as pessoas. Depois de 24 horas, estas são as cinco buscas que trouxeram cinco visitantes ao Chão:

  • analise piercing zeca baleiro
  • autografo ana carolina
  • grife prada em barcelona
  • modelo cama baixa
  • o gato caga e vomita depois

Dessas todas, a única que eu não consigo entender como pode se relacionar com o que eu escrevo é a do gato…